Os deputados Ronaldo Zulke, Dionilso
Marcon e Adão Villaverde, do PT, saíram otimistas da audiência na Casa
Civil, realizada nesta quarta-feira (3), sobre a manutenção da taxa
antidumping aplicada ao calçado chinês que entra no mercado brasileiro.
Os parlamentares acompanharam uma comitiva integrada por 13 prefeitos e
de diversas entidades representativas dos trabalhadores do setor
calçadista. “Saímos convencidos de que a determinação do governo federal
é de defender a indústria nacional e o emprego dos brasileiros. Como a
medida antidumping se mostrou correta neste sentido, não é demais supor
que ela deverá ser mantida”, acredita Zulke.
Amanhã (4), o assunto será debatido pelos secretários dos sete Ministérios que tratam do tema – Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Indústria e Comércio, Planejamento, Fazenda, Casa Civil e Itamarati. Em caso de decisão unânime pela manutenção da medida protecionista, a taxa passa novamente a vigorar a partir do dia 9 de março, quando deveria caducar.
A taxa de importação do calçado chinês, fixada em US$ 12,47 por par que entra no mercado nacional, foi adotada em 9 de setembro de 2009 por seis meses. Conforme Marcon, a prorrogação da medida é fundamental para que a indústria brasileira enfrente a ofensiva chinesa. “Sem esta proteção, que combate a concorrência desleal, será muito difícil manter os empregos no Brasil”, apontou.
A cadeia calçadista brasileira gera aproximadamente 800 mil postos de trabalho em todo o País. São mais de 7,5 mil fábricas, o torna o Brasil o terceiro maior produtor de calçados do mundo, o quinto maior exportador e o quinto maior mercado consumidor mundial.
A comitiva foi recebida pelo secretário executivo da Casa Civil, Giles Carriconde.
Amanhã (4), o assunto será debatido pelos secretários dos sete Ministérios que tratam do tema – Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Indústria e Comércio, Planejamento, Fazenda, Casa Civil e Itamarati. Em caso de decisão unânime pela manutenção da medida protecionista, a taxa passa novamente a vigorar a partir do dia 9 de março, quando deveria caducar.
A taxa de importação do calçado chinês, fixada em US$ 12,47 por par que entra no mercado nacional, foi adotada em 9 de setembro de 2009 por seis meses. Conforme Marcon, a prorrogação da medida é fundamental para que a indústria brasileira enfrente a ofensiva chinesa. “Sem esta proteção, que combate a concorrência desleal, será muito difícil manter os empregos no Brasil”, apontou.
A cadeia calçadista brasileira gera aproximadamente 800 mil postos de trabalho em todo o País. São mais de 7,5 mil fábricas, o torna o Brasil o terceiro maior produtor de calçados do mundo, o quinto maior exportador e o quinto maior mercado consumidor mundial.
A comitiva foi recebida pelo secretário executivo da Casa Civil, Giles Carriconde.
Fonte: Site PT Sul
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