Para a bancada do PT na Assembléia
Legislativa, o tarifaço turbinado de autoria da governadora eleita Yeda
Crusius é extremamente prejudicial às finanças públicas do Rio Grande e
ao povo gaúcho porque não reorienta as políticas públicas e, tampouco,
induz ao desenvolvimento econômico e social. Segundo o líder da bancada,
deputado Flavio Koutzii, as medidas anunciadas nesta terça-feira (26)
massacram os servidores ao conceder zero de aumento salarial nos
próximos dois anos, paralisam o funcionamento da máquina pública por
cortar 30% das despesas de custeio, que recairão sobre saúde, educação e
segurança e comprometem o setor produtivo e os empregos. A manifestação
do parlamentar foi feita durante entrevista coletiva na tarde desta
quarta-feira (27), em que foi divulgada a posição do partido sobre as
medidas apresentadas pela governadora eleita.
Dois pesos e duas medidas
Além disso, o parlamentar alertou para o fato de a governadora eleita ter afrontado a cultura gaúcha ao quebrar a palavra emprenhada há poucos dias. Isto é gravíssimo, avaliou Koutzii, para quem não se faz um discurso na campanha e outro para governar. Agora ela está se fazendo de desentendida, alertou. O líder petista disse que lançar um pacote nestes termos não denota coragem, mas cinismo e desfaçatez. É um desaforo para o Rio Grande, acrescentou. Koutzii também chamou a atenção da sociedade gaúcha para o fato de que a experiência implementada no governo Germano Rigotto de incentivos fiscais e aumento do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e telefonia aprofundou a crise das finanças públicas e foi responsável pela queda do PIB gaúcho. E este pacote lançado às pressas, se aprovado, aprofundará ainda mais a crise por que passa o Rio Grande do Sul e evidencia traição ao povo gaúcho, sentenciou.
Violação do Pacto
Outra crítica do líder petista diz respeito ao fato do tarifaço/Yeda violar o Pacto pelo Rio Grande, aprovado por unanimidade na Assembléia Legislativa. E mais, como estas medidas chegaram em cima do laço e nem sequer foram discutidas com a base de apoio do governo eleito, também impedem o aprofundamento do debate junto aos diferentes segmentos sociais. Não se trata de um aumento qualquer, mas do destino do Rio Grande do Sul e de sua população, que será atingida. Isto revela desprezo pela sociedade.
O deputado Adão Villaverde (PT) acrescentou que a bancada petista não crê que a governadora eleita tenha tomado conhecimento da crise das finanças públicas somente após ter vencido o pleito de outubro. Está acontecendo algo que não é da cultura do Rio Grande - diz uma coisa na campanha e faz outra logo em seguida. Ele também contesta a concentração de poder do futuro governo.
Prejuízo
Como interlocutor da bancada petista no debate sobre o Pacto pelo Rio Grande, o deputado Raul Pont condenou a quebra dos compromissos assumidos pelo Parlamento Estadual. Há prejuízo para o funcionalismo e as medidas são contra o desenvolvimento do Rio Grande.
Fundos
Para o deputado Estilac Xavier, os Fundos propostos pela governadora eleita são inócuos. No seu entendimento, um Fundo de Previdência deveria fazer uma poupança a longo prazo para os servidores. Mas o que houve foi o confinamento de recursos. Além disso, ele observou que as medidas também confrontam o Pacto no que diz respeito aos impostos de transmissão de heranças. Isto na verdade pode ser uma grande anistia, pontuou, acrescentando: a sociedade gaúcha está diante de uma medida unilateral, autoritária e arrogante.
Por fim, Koutzii adiantou que a sua bancada trabalha pela rejeição deste tarifaço. A expressão mais dramática deste pacote, conforme o líder petista, é que nem os aliados da governadora eleita foram consultados. Não podemos esperar da próxima administração estadual uma postura democrática. É a ferro e fogo. Ninguém foi consultado. Temos apenas 48 horas para apreciar e votar estes projetos, reforçou.
Também participaram da coletiva na tarde desta quarta-feira os deputados petistas Dionilso Marcon, Elvino Bohn Gass, Stela Farias e Daniel Bordignon. Antes da entrevista, o PT discutiu o tarifaço com as bancadas do PSB e PCdoB e com a CUT/RS, Ugeirm, Cpers-sindicato, Semapi, Simpe/RS, Sindsepe e Sindicado dos Enfermeiros. Todos são unânimes em considerar um desastre para o Rio Grande as medidas que serão analisadas em sessão extraordinária na manhã da próxima sexta-feira (29).
Dois pesos e duas medidas
Além disso, o parlamentar alertou para o fato de a governadora eleita ter afrontado a cultura gaúcha ao quebrar a palavra emprenhada há poucos dias. Isto é gravíssimo, avaliou Koutzii, para quem não se faz um discurso na campanha e outro para governar. Agora ela está se fazendo de desentendida, alertou. O líder petista disse que lançar um pacote nestes termos não denota coragem, mas cinismo e desfaçatez. É um desaforo para o Rio Grande, acrescentou. Koutzii também chamou a atenção da sociedade gaúcha para o fato de que a experiência implementada no governo Germano Rigotto de incentivos fiscais e aumento do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e telefonia aprofundou a crise das finanças públicas e foi responsável pela queda do PIB gaúcho. E este pacote lançado às pressas, se aprovado, aprofundará ainda mais a crise por que passa o Rio Grande do Sul e evidencia traição ao povo gaúcho, sentenciou.
Violação do Pacto
Outra crítica do líder petista diz respeito ao fato do tarifaço/Yeda violar o Pacto pelo Rio Grande, aprovado por unanimidade na Assembléia Legislativa. E mais, como estas medidas chegaram em cima do laço e nem sequer foram discutidas com a base de apoio do governo eleito, também impedem o aprofundamento do debate junto aos diferentes segmentos sociais. Não se trata de um aumento qualquer, mas do destino do Rio Grande do Sul e de sua população, que será atingida. Isto revela desprezo pela sociedade.
O deputado Adão Villaverde (PT) acrescentou que a bancada petista não crê que a governadora eleita tenha tomado conhecimento da crise das finanças públicas somente após ter vencido o pleito de outubro. Está acontecendo algo que não é da cultura do Rio Grande - diz uma coisa na campanha e faz outra logo em seguida. Ele também contesta a concentração de poder do futuro governo.
Prejuízo
Como interlocutor da bancada petista no debate sobre o Pacto pelo Rio Grande, o deputado Raul Pont condenou a quebra dos compromissos assumidos pelo Parlamento Estadual. Há prejuízo para o funcionalismo e as medidas são contra o desenvolvimento do Rio Grande.
Fundos
Para o deputado Estilac Xavier, os Fundos propostos pela governadora eleita são inócuos. No seu entendimento, um Fundo de Previdência deveria fazer uma poupança a longo prazo para os servidores. Mas o que houve foi o confinamento de recursos. Além disso, ele observou que as medidas também confrontam o Pacto no que diz respeito aos impostos de transmissão de heranças. Isto na verdade pode ser uma grande anistia, pontuou, acrescentando: a sociedade gaúcha está diante de uma medida unilateral, autoritária e arrogante.
Por fim, Koutzii adiantou que a sua bancada trabalha pela rejeição deste tarifaço. A expressão mais dramática deste pacote, conforme o líder petista, é que nem os aliados da governadora eleita foram consultados. Não podemos esperar da próxima administração estadual uma postura democrática. É a ferro e fogo. Ninguém foi consultado. Temos apenas 48 horas para apreciar e votar estes projetos, reforçou.
Também participaram da coletiva na tarde desta quarta-feira os deputados petistas Dionilso Marcon, Elvino Bohn Gass, Stela Farias e Daniel Bordignon. Antes da entrevista, o PT discutiu o tarifaço com as bancadas do PSB e PCdoB e com a CUT/RS, Ugeirm, Cpers-sindicato, Semapi, Simpe/RS, Sindsepe e Sindicado dos Enfermeiros. Todos são unânimes em considerar um desastre para o Rio Grande as medidas que serão analisadas em sessão extraordinária na manhã da próxima sexta-feira (29).
Fonte: Site PT Sul
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