Novamente, o diretor superintendente da Metroplan, Nélson Lídio Nunes,
não compareceu à audiência da Comissão de Serviços Públicos (CSP) sobre a
redução de linhas e horários de ônibus na Região Metropolitana,
realizada nessa segunda-feira (1), na Câmara Municipal de Gravataí. O
deputado Raul Pont, presidente da CSP, informou que o convite oficial
foi encaminhado com bastante antecedência, através da Casa Civil do
governo do Estado, conforme a praxe estabelecida. Embora Nélson Lídio
Nunes houvesse confirmado sua presença, comunicou, na sexta-feira (28),
que não compareceria, alegando outros compromissos. Igual à primeira
vez, definiu Raul Pont, referindo-se à audiência anterior sobre o
assunto, em 24 de setembro. Participaram do encontro de ontem os
deputados Sérgio Stasinski e Sérgio Peres, o prefeito Daniel Bordignon, a
conselheira-presidente da Agergs, Maria Augusta Feldman, o engenheiro
Luís Spina, representante da empresa de ônibus Sogil, juntamente com
vereadores e lideranças comunitárias.
A vereadora Rita Sanco, que solicitara o encontro, declarou que há dois meses foi feito um pedido oficial de informações à Metroplan sobre o corte de linhas e horários de ônibus, mas até agora não houve resposta. Conforme a parlamentar, cerca de 80 horários foram suprimidos, prejudicando pessoas em todos os bairros. Para o prefeito Daniel Bordignon, a repetida ausência do diretor da Metroplan mostra que o órgão não assume a responsabilidade pelo que é seu.
Maria Augusta Feldman informou que, pela lei, as empresas de ônibus têm direito a alterar seus horários, bastando informar o poder concedente, no caso, o governo estadual. Por isso, a Agergs não pode simplesmente obrigar a empresa a retomar a escala original. Vamos buscar a mediação.
O representante da empresa Sogil foi vaiado pela população presente quando falou que não ocorre a superlotação dos veículos. Vários representantes comunitários queixaram-se do descaso com os usuários, que são obrigados a esperar cerca de uma hora na parada e têm de pegar ônibus muito cheios. Às vezes a gente nem consegue entrar e tem que ficar esperando por outro, definiu uma liderança. O deputado Raul Pont declarou que as informações apresentadas durante a audiência serão encaminhadas diretamente à Metroplan para buscar uma solução.
A vereadora Rita Sanco, que solicitara o encontro, declarou que há dois meses foi feito um pedido oficial de informações à Metroplan sobre o corte de linhas e horários de ônibus, mas até agora não houve resposta. Conforme a parlamentar, cerca de 80 horários foram suprimidos, prejudicando pessoas em todos os bairros. Para o prefeito Daniel Bordignon, a repetida ausência do diretor da Metroplan mostra que o órgão não assume a responsabilidade pelo que é seu.
Maria Augusta Feldman informou que, pela lei, as empresas de ônibus têm direito a alterar seus horários, bastando informar o poder concedente, no caso, o governo estadual. Por isso, a Agergs não pode simplesmente obrigar a empresa a retomar a escala original. Vamos buscar a mediação.
O representante da empresa Sogil foi vaiado pela população presente quando falou que não ocorre a superlotação dos veículos. Vários representantes comunitários queixaram-se do descaso com os usuários, que são obrigados a esperar cerca de uma hora na parada e têm de pegar ônibus muito cheios. Às vezes a gente nem consegue entrar e tem que ficar esperando por outro, definiu uma liderança. O deputado Raul Pont declarou que as informações apresentadas durante a audiência serão encaminhadas diretamente à Metroplan para buscar uma solução.
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