O líder do governo Lula na Assembleia
Legislativa, Ronaldo Zulke (PT), considera que o governo Yeda não irá
conseguir colar no PT o ônus provocado pelo modelo de pedagiamento
implantado no Rio Grande do Sul. “Este modelo tem pai e mãe: o PMDB, que
criou o monstrengo no governo Britto, e o PSDB, que tentou prorrogar o
absurdo por mais 15 anos. Quanto ao PT, todos sabem a nossa posição
histórica sobre o assunto”, frisou.
Segundo o líder petista, o governo federal irá cumprir os compromissos já assumidos com o Estado. “A população pode ficar tranqüila. O governo Lula irá realizar a duplicação da BR-386 até Lajeado, da BR-290 até Camaquã e do trecho da BR-116 entre Pelotas e Rio Grande, a exemplo de outros projetos que estão em andamento como as melhorias na BR-116 na Região Metropolitana e a construção da BR-448, cujo início e dará em breve”, avisa.
Zulke afirma, ainda, que a decisão da governadora Yeda Crusius de transferir os contratos com as concessionárias para a União equivale a um “atestado da incompetência do governo tucano para administrar o Rio Grande”. “Criaram um mostro e agora não sabem como contê-lo. A solução que encontraram foi empurrar o problema para o presidente Lula”, critica.
Para o petista, a necessidade de discutir um novo modelo de pedagiamento não pode ser confundida com a transferência para o governo federal de um passivo de cerca de R$ 1,1 bilhão, fruto da conivência do PMDB e do PSDB, da permissividade dos órgãos que deveriam fiscalizar e controlar os serviços e da ganância das empresas”, finalizou.
Segundo o líder petista, o governo federal irá cumprir os compromissos já assumidos com o Estado. “A população pode ficar tranqüila. O governo Lula irá realizar a duplicação da BR-386 até Lajeado, da BR-290 até Camaquã e do trecho da BR-116 entre Pelotas e Rio Grande, a exemplo de outros projetos que estão em andamento como as melhorias na BR-116 na Região Metropolitana e a construção da BR-448, cujo início e dará em breve”, avisa.
Zulke afirma, ainda, que a decisão da governadora Yeda Crusius de transferir os contratos com as concessionárias para a União equivale a um “atestado da incompetência do governo tucano para administrar o Rio Grande”. “Criaram um mostro e agora não sabem como contê-lo. A solução que encontraram foi empurrar o problema para o presidente Lula”, critica.
Para o petista, a necessidade de discutir um novo modelo de pedagiamento não pode ser confundida com a transferência para o governo federal de um passivo de cerca de R$ 1,1 bilhão, fruto da conivência do PMDB e do PSDB, da permissividade dos órgãos que deveriam fiscalizar e controlar os serviços e da ganância das empresas”, finalizou.
Fonte: Site PT Sul
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