O deputado Adão Villaverde destacou, durante o "Encontro Brasileiro de
Legislativos - O Brasil que saiu das urnas", na tarde desta quarta-feira
(19), no Teatro Dante Barone, da Assembleia Legislativa, que o
Parlamento deve ser prioritariamente um espaço público de debates dos
grandes temas de interesse da população que vive no RS. Salientou que o
principal papel do Legislativo é compreender o alcance e limites da
representação parlamentar, na qual o deputado não pode mais considerado
apenas como um detentor de um mandato a ser renovado pela pauta do
calendário eleitoral, de quatro em quatro anos.
"O cumprimento do papel parlamentar, a valorização da Assembleia enquanto espaço público democrático de representação de interesses, passa hoje por dois grandes desafios: aproximar mais e mais a instituição dos cidadãos e qualificar a sua intervenção", disse ele. " Para se constituir no espaço de materialização da disputa legítima e democrática de sua natureza, o Parlamento precisa se tornar mais presente na sociedade e, ao mesmo tempo, abrir-se mais a uma participação dos cidadãos. Valorizar a democracia representativa, o mandato popular dos deputados legitimamente conquistado nas urnas, não exclui reconhecer a demanda cada vez maior dos cidadãos de participarem diretamente da política, sem intermediários".
Segundo o deputado, um outro grande desafio para o Parlamento é o da qualificação do debate. "A relevância dos temas, a consistência das argumentações, a solidez da fundamentação das propostas, a objetividade das propostas, são elementos fundamentais para a valorização da Assembleia", afirmou. "O debate adjetivado, o confronto irracional, a desqualificação das opiniões divergentes não contribui para a democracia. A oposição, mais que legítima, é importante seja qual for o governo de turno. Mas ser oposição conseqüente significa criticar e oferecer alternativas.
Conforme Villaverde, o novo país que estamos construindo demanda um debate fecundo e produtivo, no qual o confronto de propostas divergentes possibilite a construção de novas sínteses. Este é o exemplo que o Parlamento precisa dar aos cidadãos de forma a neutralizar o desgaste dos políticos e da política em nosso país. É fundamental para a democracia recompor o apreço pela política, conquistar o reconhecimento da política como uma atividade relevante e válida para a sociedade.
Portanto, a construção deste processo não é privilégio de uma força política isolada qualquer. Ela depende, sobretudo, de um acordo do conjunto das forças que compõe o Parlamento. A tarefa de resgate da política como atividade nobre e valiosa demanda um esforço comum de situação e oposição, seja qual for o governo a que nos estamos referindo.
Villaverde reafirmou que um acordo celebrado entre os próximos quatro presidentes do Parlamento gaúcho permitirá que a próxima Legislatura da Casa promova uma gestão plural e democrática que recupere e atualize o espaço público parlamentar para a chamada 'grande política' durante dos próximos quatro anos sem privilegiar uma bandeira de mandato. "Também faremos gestão partilhada e continuada com os quatro presidentes de 2011 a 2014 instituindo um comitê gestor que acompanhará toda a 53ª Legislatura sem possibilitar a descontinuidade que a todo ano se estabelece na Casa", reforçou.
"O cumprimento do papel parlamentar, a valorização da Assembleia enquanto espaço público democrático de representação de interesses, passa hoje por dois grandes desafios: aproximar mais e mais a instituição dos cidadãos e qualificar a sua intervenção", disse ele. " Para se constituir no espaço de materialização da disputa legítima e democrática de sua natureza, o Parlamento precisa se tornar mais presente na sociedade e, ao mesmo tempo, abrir-se mais a uma participação dos cidadãos. Valorizar a democracia representativa, o mandato popular dos deputados legitimamente conquistado nas urnas, não exclui reconhecer a demanda cada vez maior dos cidadãos de participarem diretamente da política, sem intermediários".
Segundo o deputado, um outro grande desafio para o Parlamento é o da qualificação do debate. "A relevância dos temas, a consistência das argumentações, a solidez da fundamentação das propostas, a objetividade das propostas, são elementos fundamentais para a valorização da Assembleia", afirmou. "O debate adjetivado, o confronto irracional, a desqualificação das opiniões divergentes não contribui para a democracia. A oposição, mais que legítima, é importante seja qual for o governo de turno. Mas ser oposição conseqüente significa criticar e oferecer alternativas.
Conforme Villaverde, o novo país que estamos construindo demanda um debate fecundo e produtivo, no qual o confronto de propostas divergentes possibilite a construção de novas sínteses. Este é o exemplo que o Parlamento precisa dar aos cidadãos de forma a neutralizar o desgaste dos políticos e da política em nosso país. É fundamental para a democracia recompor o apreço pela política, conquistar o reconhecimento da política como uma atividade relevante e válida para a sociedade.
Portanto, a construção deste processo não é privilégio de uma força política isolada qualquer. Ela depende, sobretudo, de um acordo do conjunto das forças que compõe o Parlamento. A tarefa de resgate da política como atividade nobre e valiosa demanda um esforço comum de situação e oposição, seja qual for o governo a que nos estamos referindo.
Villaverde reafirmou que um acordo celebrado entre os próximos quatro presidentes do Parlamento gaúcho permitirá que a próxima Legislatura da Casa promova uma gestão plural e democrática que recupere e atualize o espaço público parlamentar para a chamada 'grande política' durante dos próximos quatro anos sem privilegiar uma bandeira de mandato. "Também faremos gestão partilhada e continuada com os quatro presidentes de 2011 a 2014 instituindo um comitê gestor que acompanhará toda a 53ª Legislatura sem possibilitar a descontinuidade que a todo ano se estabelece na Casa", reforçou.
Fonte: Site Adão Villaverde
Nenhum comentário:
Postar um comentário