As primeiras cobranças da nova empresa que administra a água em
Uruguaiana começam a chegar na casa dos cidadãos, causando certa
surpresa. A prefeitura deste município rompeu seu contrato com a Corsan e
entregou os serviços de água e saneamento de Uruguaiana para a
inciativa privada, mais precisamente para a empresa Foz do Iguaçu, do
grupo Odrebech.
Quando os primeiros indícios de privatização começaram a tomar forma naquele município, o líder da bancada do PT, deputado Daniel Bordignon, alertou sobre a possibilidade do aumento. “Nossa bancada, a Corsan, sindicatos, todos vinham alertando que isto iria acontecer. Ao privatizar estamos entregando um bem social para uma empresa, que visa o lucro, explorar. Era algo óbvio que iria acontecer”, denuncia Bordignon.
O principal argumento utilizado pelo prefeito de Uruguaiana, Sanchotene Felice (PSDB), para defender o rompimento do contrato com a Corsan foi que a privatização iria baratear a tarifa d’água em cerca de 14%. Só que ao contrário da promessa do prefeito, para cerca de 70% dos usuários, o valor apareceu muito maior em suas contas. Muitos consumidores tiveram reajustes que chegaram até 300% dos valores cobrados pela Corsan, para os valores da empresa Foz do Brasil (Odebrecht). “A água é um bem universal, e não pode ser utilizada para obtenção de em detrimento dos interesses da população. Foi, inclusive, uma surpresa a empresa já utilizar estas novas tarifas, pensávamos que demoraria mais para ela reajustar os valores desta maneira”, completa o líder petista.
O fato foi divulgado com destaque nos jornais da fronteira, tal como o Diário da Fronteira, e Tribuna de Uruguaiana, e pelo A Notícia, além de ser comentado em sites e blogs.
Quando os primeiros indícios de privatização começaram a tomar forma naquele município, o líder da bancada do PT, deputado Daniel Bordignon, alertou sobre a possibilidade do aumento. “Nossa bancada, a Corsan, sindicatos, todos vinham alertando que isto iria acontecer. Ao privatizar estamos entregando um bem social para uma empresa, que visa o lucro, explorar. Era algo óbvio que iria acontecer”, denuncia Bordignon.
O principal argumento utilizado pelo prefeito de Uruguaiana, Sanchotene Felice (PSDB), para defender o rompimento do contrato com a Corsan foi que a privatização iria baratear a tarifa d’água em cerca de 14%. Só que ao contrário da promessa do prefeito, para cerca de 70% dos usuários, o valor apareceu muito maior em suas contas. Muitos consumidores tiveram reajustes que chegaram até 300% dos valores cobrados pela Corsan, para os valores da empresa Foz do Brasil (Odebrecht). “A água é um bem universal, e não pode ser utilizada para obtenção de em detrimento dos interesses da população. Foi, inclusive, uma surpresa a empresa já utilizar estas novas tarifas, pensávamos que demoraria mais para ela reajustar os valores desta maneira”, completa o líder petista.
O fato foi divulgado com destaque nos jornais da fronteira, tal como o Diário da Fronteira, e Tribuna de Uruguaiana, e pelo A Notícia, além de ser comentado em sites e blogs.
Fonte: Site Dep Daniel Bordignon
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