O líder da bancada do PT, Daniel Bordignon, considera exagerada a reação
de setores da oposição ao projeto do governo que cria alíquotas
diferenciadas na Previdência Pública do Rio Grande do Sul. Deputados
oposicionistas alegam ser inconstitucional a criação da alíquota de
16,5% para a parcela dos salários dos servidores que excedem R$ 3689,66.
O líder petista alerta, no entanto, que não há julgamento definitivo
sobre o tema. Lembra ainda que está em vigor sistema semelhante no
Paraná e Piauí. “A oposição faz uma defesa corporativa dos grandes
salários, sem demonstrar qualquer responsabilidade sobre a recuperação
de um sistema que agoniza. Agem na oposição como agiram quando estavam
no governo, deixando o déficit crescer de maneira descontrolada”,
criticou.
O líder do PT desafiou a oposição a demonstrar de forma lógica a “injustiça” contida no sistema de alíquotas progressivas. “Não há qualquer injustiça em fazer com que cada um contribua de acordo com as possibilidades. A tese da oposição serve apenas para proteger os poucos que estão no topo da pirâmide salarial do Estado, que são justamente os atingidos pelas alterações propostas pelo governo”, declarou.
Bordignon alertou que, se nada for feito, o colapso do sistema previdenciário gaúcho é iminente. “Neste caso, os 86% do funcionalismo, que não serão afetados pela reforma, serão penalizados pela falência do IPE. Os setores defendidos pela oposição, certamente, terão condições de aderir a uma previdência privada. Quem ganha menos, dificilmente, terá esta alternativa”, finalizou.
O líder do PT desafiou a oposição a demonstrar de forma lógica a “injustiça” contida no sistema de alíquotas progressivas. “Não há qualquer injustiça em fazer com que cada um contribua de acordo com as possibilidades. A tese da oposição serve apenas para proteger os poucos que estão no topo da pirâmide salarial do Estado, que são justamente os atingidos pelas alterações propostas pelo governo”, declarou.
Bordignon alertou que, se nada for feito, o colapso do sistema previdenciário gaúcho é iminente. “Neste caso, os 86% do funcionalismo, que não serão afetados pela reforma, serão penalizados pela falência do IPE. Os setores defendidos pela oposição, certamente, terão condições de aderir a uma previdência privada. Quem ganha menos, dificilmente, terá esta alternativa”, finalizou.
Fonte: Site Dep Daniel Bordignon
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