Atualmente, as empresas gaúchas fornecem menos de 2% de tudo o que a
Petrobras necessita para produzir. A exploração do pré-sal, no entanto,
deverá alterar este panorama. O deputado estadual Ronaldo Zülke (PT)
acredita que, nos próximos cinco anos, o percentual poderá chegar a 10%.
“Poderemos aumentar significativamente o fornecimento de produtos e
serviços para a Petrobras. Mas, para isso, é preciso garantir a inserção
de nossas empresas na cadeia produtiva do pré-sal”, aponta o
parlamentar, que é proponente de seminário que discute o assunto nesta
sexta-feira (22), em Porto Alegre.
O Pré-sal e o Rio Grande – Oportunidades para a Indústria, Trabalhadores e Sociedade é o tema do seminário que a Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa promove a partir das 9h, no hotel Embaixador, em Porto Alegre. Estarão presentes o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, o coordenador do Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás e Energia da Fiergs, Marcus Coester, o presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rossetto, e o vice-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rui Vicente Oppermann.
Entenda a importância do pré-sal
Em 2007, a Petrobras descobriu uma gigantesca reserva de petróleo abaixo da camada do pré-sal. Trata-se de uma área de 800 km de extensão por 200 km de largura, totalizando 160.000 km² na região oceânica que vai do Espírito Santo ao norte de Santa Catarina. A estimativa é de que esta imensa jazida possua o equivalente a 90 bilhões de barris de petróleo, ou seja, cinco vezes o total de petróleo já produzido no Brasil.
A exploração do pré-sal, nas próximas três décadas, deverá render ao País cerca de U$$ 5 trilhões. Considerando que o PIB nacional está na casa de U$$ 1,8 trilhão, somente o pré-sal mais do que triplicará tudo o que o Brasil produz.
Em 2008, o Brasil ocupava o 15º lugar no ranking mundial de produção de petróleo com 14,2 bilhões de barris. A partir da descoberta dos campos de Tupi e Júpiter, que somam mais de 40 bilhões de barris, passamos a para a oitava posição. Com as reservas do pré-sal, o País passará a ter a quarta maior reserva do mundo, ficando atrás somente da Arábia Saudita, Irã e Iraque. Isso coloca o Brasil numa posição estratégica mundial, ao lado dos grandes produtores da maior fonte energética hoje utilizada no mundo, que é finita.
Lula trabalha para proteger as reservas
Para proteger esta imensa reserva, o governo federal enviou ao Congresso Nacional três projetos de lei. O primeiro deles trata da criação de uma nova estatal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, com não mais do que 100 empregados, com a função de gerenciar e administrar as reservas do pré-sal.
O segundo propõe a instituição de um fundo de responsabilidade ou proteção social, com o intuito de alocar recursos em educação, saúde e habitação popular. E o terceiro altera a Lei do Petróleo (Lei 9.478/97), dispondo sobre a forma de exploração e o regime de concessão do pré-sal.
O Pré-sal e o Rio Grande – Oportunidades para a Indústria, Trabalhadores e Sociedade é o tema do seminário que a Comissão de Economia e Desenvolvimento Sustentável da Assembleia Legislativa promove a partir das 9h, no hotel Embaixador, em Porto Alegre. Estarão presentes o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli de Azevedo, o coordenador do Comitê de Competitividade em Petróleo, Gás e Energia da Fiergs, Marcus Coester, o presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rossetto, e o vice-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rui Vicente Oppermann.
Entenda a importância do pré-sal
Em 2007, a Petrobras descobriu uma gigantesca reserva de petróleo abaixo da camada do pré-sal. Trata-se de uma área de 800 km de extensão por 200 km de largura, totalizando 160.000 km² na região oceânica que vai do Espírito Santo ao norte de Santa Catarina. A estimativa é de que esta imensa jazida possua o equivalente a 90 bilhões de barris de petróleo, ou seja, cinco vezes o total de petróleo já produzido no Brasil.
A exploração do pré-sal, nas próximas três décadas, deverá render ao País cerca de U$$ 5 trilhões. Considerando que o PIB nacional está na casa de U$$ 1,8 trilhão, somente o pré-sal mais do que triplicará tudo o que o Brasil produz.
Em 2008, o Brasil ocupava o 15º lugar no ranking mundial de produção de petróleo com 14,2 bilhões de barris. A partir da descoberta dos campos de Tupi e Júpiter, que somam mais de 40 bilhões de barris, passamos a para a oitava posição. Com as reservas do pré-sal, o País passará a ter a quarta maior reserva do mundo, ficando atrás somente da Arábia Saudita, Irã e Iraque. Isso coloca o Brasil numa posição estratégica mundial, ao lado dos grandes produtores da maior fonte energética hoje utilizada no mundo, que é finita.
Lula trabalha para proteger as reservas
Para proteger esta imensa reserva, o governo federal enviou ao Congresso Nacional três projetos de lei. O primeiro deles trata da criação de uma nova estatal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, com não mais do que 100 empregados, com a função de gerenciar e administrar as reservas do pré-sal.
O segundo propõe a instituição de um fundo de responsabilidade ou proteção social, com o intuito de alocar recursos em educação, saúde e habitação popular. E o terceiro altera a Lei do Petróleo (Lei 9.478/97), dispondo sobre a forma de exploração e o regime de concessão do pré-sal.
Fonte: Site PT Sul
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