O programa CataVida, da Prefeitura de Novo
Hamburgo, está prestes a ganhar reforços. A Prefeitura inaugura na
sexta-feira, 20 de abril, novas instalações na Central de Reciclagem
Roselândia. Essas melhorias mudarão a realidade dos trabalhadores e da
gestão social dos resíduos sólidos no Município. Na solenidade marcada
para às 11 horas, na própria Central, que fica na Rua Benjamin Altmayer,
sem número, será inaugurado o novo refeitório e os novos vestiários do
local.
Com as novas instalações, será possível ampliar em 100% os postos de trabalho da Central, que passarão de 50 para 100 catadores. Além disso, o processo de coleta, separação e triagem também será beneficiado, e os trabalhadores terão locais próprios para alimentação e higiene. “É mais um passo que estamos dando para fazer da coleta de resíduos um trabalho mais digno para quem o faz”, explica a coordenadora do projeto, Vera Rambo. A Administração investiu cerca de R$ 79 mil nos novos espaços. Conforme o prefeito Tarcísio Zimmermann, o projeto CataVida cresce cada vez mais. “Começamos com a parte da organização e hoje já colhemos bons frutos deste trabalho, graças às ações da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS)”, avalia.
Além das novas instalações, durante o ato solene, haverá também a entrega oficial dos novos equipamentos adquiridos para a Central por meio de uma parceria com a Fundação Banco do Brasil. Serão entregues uma esteira e uma retroescavadeira, que facilitarão o trabalho no local.
O Programa
Com o objetivo fazer a gestão de forma social dos resíduos sólidos de Novo Hamburgo, surgiu em 2009, o CataVida. Inicialmente, o programa tratou de modificar a forma de trabalho desenvolvida na Central Roselândia e implantar capacitações sobre coleta seletiva e reciclagem para os catadores. Após três anos de trajetória, o projeto contabiliza uma série de metas, conquistas e vidas modificadas, como a da catadora Geni da Silva, de 53 anos. “Eu trabalhava na rua, sem nenhum tipo de equipamento. Nem sabia direito o que era lixo reciclável. Me senti muito importante quando eu me formei depois de aprender tanta coisa boa. Tudo isso é uma benção para a gente”, contou.
O que mudou:
Central de Reciclagem Roselândia: teve seu espaço reformado e ampliado, em um investimento de R$ 4.492.456,60, e assim, ofertou novos postos de trabalho. Hoje, 50 catadores trabalham de forma digna no local, recebendo remuneração de acordo com o que é processado.
Produção de trabalho: Antes do surgimento do programa CataVida, eram processados e vendidos 37 toneladas por mês na Central Roselândia. Hoje, este número subiu para 160 toneladas de resíduos processados mensalmente.
Cursos de Capacitação para os catadores: Os participantes recebem orientações sobre como organizar o processo de classificação de materiais, autogestão, cidadania, economia solidária, matemática e métodos de associações e cooperativas. Até hoje, 182 catadores se formaram nos cursos.
Novas Centrais: Foi instalada uma Central de Catadores no Centro e está em fase de conclusão a instalação de outra no bairro Rondônia. Essa será especializada no processamento de garrafas pet. Uma terceira Central será construída no bairro Santo Afonso.
Novos postos de trabalho e coleta seletiva no Centro: Cerca de 15 catadores trabalham na Unidade Centro, recolhendo, separando e processando os resíduos sólidos da área central da cidade, implantando assim, a coleta seletiva na região. Desde a inauguração, que ocorreu em junho de 2011, a Unidade aumenta a quantidade de resíduos coletados e comercializados. Em março de 2012, foram mais de 15 toneladas.
Reconhecimento: O projeto recebeu cinco diferentes prêmios nos âmbitos nacionais, estaduais e regionais pelo trabalho desenvolvido com a gestão de resíduos e os benefícios ao meio ambiente. São eles: Prêmio de Boas Práticas em Sustentabilidade Ambiental Urbana, Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, Prêmio Cidade Cidadã, prêmio Gestor Público e Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Caixa Econômica Federal.
Com as novas instalações, será possível ampliar em 100% os postos de trabalho da Central, que passarão de 50 para 100 catadores. Além disso, o processo de coleta, separação e triagem também será beneficiado, e os trabalhadores terão locais próprios para alimentação e higiene. “É mais um passo que estamos dando para fazer da coleta de resíduos um trabalho mais digno para quem o faz”, explica a coordenadora do projeto, Vera Rambo. A Administração investiu cerca de R$ 79 mil nos novos espaços. Conforme o prefeito Tarcísio Zimmermann, o projeto CataVida cresce cada vez mais. “Começamos com a parte da organização e hoje já colhemos bons frutos deste trabalho, graças às ações da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS)”, avalia.
Além das novas instalações, durante o ato solene, haverá também a entrega oficial dos novos equipamentos adquiridos para a Central por meio de uma parceria com a Fundação Banco do Brasil. Serão entregues uma esteira e uma retroescavadeira, que facilitarão o trabalho no local.
O Programa
Com o objetivo fazer a gestão de forma social dos resíduos sólidos de Novo Hamburgo, surgiu em 2009, o CataVida. Inicialmente, o programa tratou de modificar a forma de trabalho desenvolvida na Central Roselândia e implantar capacitações sobre coleta seletiva e reciclagem para os catadores. Após três anos de trajetória, o projeto contabiliza uma série de metas, conquistas e vidas modificadas, como a da catadora Geni da Silva, de 53 anos. “Eu trabalhava na rua, sem nenhum tipo de equipamento. Nem sabia direito o que era lixo reciclável. Me senti muito importante quando eu me formei depois de aprender tanta coisa boa. Tudo isso é uma benção para a gente”, contou.
O que mudou:
Central de Reciclagem Roselândia: teve seu espaço reformado e ampliado, em um investimento de R$ 4.492.456,60, e assim, ofertou novos postos de trabalho. Hoje, 50 catadores trabalham de forma digna no local, recebendo remuneração de acordo com o que é processado.
Produção de trabalho: Antes do surgimento do programa CataVida, eram processados e vendidos 37 toneladas por mês na Central Roselândia. Hoje, este número subiu para 160 toneladas de resíduos processados mensalmente.
Cursos de Capacitação para os catadores: Os participantes recebem orientações sobre como organizar o processo de classificação de materiais, autogestão, cidadania, economia solidária, matemática e métodos de associações e cooperativas. Até hoje, 182 catadores se formaram nos cursos.
Novas Centrais: Foi instalada uma Central de Catadores no Centro e está em fase de conclusão a instalação de outra no bairro Rondônia. Essa será especializada no processamento de garrafas pet. Uma terceira Central será construída no bairro Santo Afonso.
Novos postos de trabalho e coleta seletiva no Centro: Cerca de 15 catadores trabalham na Unidade Centro, recolhendo, separando e processando os resíduos sólidos da área central da cidade, implantando assim, a coleta seletiva na região. Desde a inauguração, que ocorreu em junho de 2011, a Unidade aumenta a quantidade de resíduos coletados e comercializados. Em março de 2012, foram mais de 15 toneladas.
Reconhecimento: O projeto recebeu cinco diferentes prêmios nos âmbitos nacionais, estaduais e regionais pelo trabalho desenvolvido com a gestão de resíduos e os benefícios ao meio ambiente. São eles: Prêmio de Boas Práticas em Sustentabilidade Ambiental Urbana, Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, Prêmio Cidade Cidadã, prêmio Gestor Público e Prêmio de Tecnologia Social da Fundação Caixa Econômica Federal.
Fonte: Site Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo
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