A abertura do seminário Desafios do Modo Petista de Governar, que ocorreu nestes dias 16 e 17 contou com o marqueteiro João Santana e teve a mediação do Secretário Nacional de Comunicação do PT e deputado federal pelo Paraná, André Vargas.
Vargas enfatizou a participação da população na elaboração das propostas de governo e disse que as redes sociais podem ser úteis para isso: “A interatividade tende a tomar proporções ainda maiores”.
O publicitário João Santana apresentou técnicas de planejamento de campanhas. “Comunicação depende da política e a política depende da comunicação”, disse. Santana também falou sobre a América Latina e seus personagens mais marcantes, como Perón, Fidel Castro e Simón Bolivar, e a África de Mandela e Samora Machel.
Santana sugeriu que os estudiosos de comunicação leiam pensadores como Gustave Le Bon, Bernays e Tchakhotine. Já para dominar a comunicação política contemporânea sugere que para planejar uma campanha é preciso saber qual o sentimento do tempo em que ocorre a eleição: “É de mudança ou de continuidade?”. Ele lembra ainda que “campanha é crise permanente” e que “o marketing é uma técnica de formular respostas corretas”.
Ao final de sua palestra, Santana brindou o público com quatro VTs institucionais produzidos para o governo Hugo Chavez, da Venezuela.
A campanha eleitoral no universo da rede
Após a palestra de João Santana, Renato Rovai Jr., presidente da Associação Brasileira de Pequenas Empresas de Comunicação, apresentou sua visão sobre a rede e as mídias alternativas tendo como foco as próximas eleições. Rovai foi enfático: “a comunicação mudou desde a introdução da internet. Hoje ela é uma praça pública, democrática e libertária”. Para ele, os atuais 100 milhões de internautas podem ser decisivos em uma eleição. Como exemplo ele cita o “caso da bolinha de papel” que, para a Globo, se transformou em um objeto pontiagudo que levou José Serra ao hospital, durante a última campanha. “Não fosse a internet o caso não teria sido desmascarado”, comenta ele, e continua, “se houvesse internet, como seria a o resultado do “caso Lurian”, ou do “caso Abílio Diniz”? Naquela eleição, não havia Internet. E o que era veiculado passava a ser verdade. Agora não. O antigo modelo de comunicação está perdendo o protagonismo para as redes sociais, afirma Rovai.
Também fizeram parte da mesa de discussão desta noite o deputado federal do Rio Grande do Sul, Paulo Ferreira, o presidente do PT-RS e deputado estadual, Raul Pont, o presidente do PT-Poa e vereador, Adeli Sell, o pré-candidato à prefeitura de Porto Alegre (RS) e deputado estadual, Adão Villaverde, a Secretária Nacional de Combate ao Racismo, Cida Abreu e a deputada federal Iriny Lopes.
Vargas enfatizou a participação da população na elaboração das propostas de governo e disse que as redes sociais podem ser úteis para isso: “A interatividade tende a tomar proporções ainda maiores”.
O publicitário João Santana apresentou técnicas de planejamento de campanhas. “Comunicação depende da política e a política depende da comunicação”, disse. Santana também falou sobre a América Latina e seus personagens mais marcantes, como Perón, Fidel Castro e Simón Bolivar, e a África de Mandela e Samora Machel.
Santana sugeriu que os estudiosos de comunicação leiam pensadores como Gustave Le Bon, Bernays e Tchakhotine. Já para dominar a comunicação política contemporânea sugere que para planejar uma campanha é preciso saber qual o sentimento do tempo em que ocorre a eleição: “É de mudança ou de continuidade?”. Ele lembra ainda que “campanha é crise permanente” e que “o marketing é uma técnica de formular respostas corretas”.
Ao final de sua palestra, Santana brindou o público com quatro VTs institucionais produzidos para o governo Hugo Chavez, da Venezuela.
A campanha eleitoral no universo da rede
Após a palestra de João Santana, Renato Rovai Jr., presidente da Associação Brasileira de Pequenas Empresas de Comunicação, apresentou sua visão sobre a rede e as mídias alternativas tendo como foco as próximas eleições. Rovai foi enfático: “a comunicação mudou desde a introdução da internet. Hoje ela é uma praça pública, democrática e libertária”. Para ele, os atuais 100 milhões de internautas podem ser decisivos em uma eleição. Como exemplo ele cita o “caso da bolinha de papel” que, para a Globo, se transformou em um objeto pontiagudo que levou José Serra ao hospital, durante a última campanha. “Não fosse a internet o caso não teria sido desmascarado”, comenta ele, e continua, “se houvesse internet, como seria a o resultado do “caso Lurian”, ou do “caso Abílio Diniz”? Naquela eleição, não havia Internet. E o que era veiculado passava a ser verdade. Agora não. O antigo modelo de comunicação está perdendo o protagonismo para as redes sociais, afirma Rovai.
Também fizeram parte da mesa de discussão desta noite o deputado federal do Rio Grande do Sul, Paulo Ferreira, o presidente do PT-RS e deputado estadual, Raul Pont, o presidente do PT-Poa e vereador, Adeli Sell, o pré-candidato à prefeitura de Porto Alegre (RS) e deputado estadual, Adão Villaverde, a Secretária Nacional de Combate ao Racismo, Cida Abreu e a deputada federal Iriny Lopes.
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